STRATACACHE transforma a loja física em infraestrutura de mídia e antecipa a disputa pela nova geração de In-Store Retail Media

Com footprint declarado de 4,4 milhões de telas antes da venda da Scala, tecnologia própria de mensuração, integração com POS, monetização via PRN e um modelo que pode financiar a infraestrutura das RMNs em troca de participação na receita, companhia americana emerge como um dos primeiros casos estratégicos a serem observados pelo Global In-Store Retail Media Technology Report da ABRAMEDIA

A transformação da loja física em uma plataforma de mídia está abrindo uma nova corrida tecnológica dentro de Retail Media. E poucas empresas ajudam a compreender tão bem a dimensão dessa mudança quanto a STRATACACHE.

Fundada em 1999, sediada em Dayton, Ohio, e liderada pelo fundador e CEO Chris Riegel, a companhia construiu ao longo de mais de duas décadas um ecossistema que vai muito além de digital signage. Sua proposta combina infraestrutura física, distribuição de conteúdo, sensores, analytics, mensuração da jornada do shopper, atribuição, operação comercial e monetização de inventário.

É justamente por isso que a empresa aparece como um dos casos mais relevantes para o Global In-Store Retail Media Technology Report 2026, que está sendo estruturado pela ABRAMEDIA. O estudo pretende analisar globalmente quem efetivamente possui tecnologia para transformar o ambiente físico do varejo em uma infraestrutura de mídia vendável, contextual, programável e mensurável, separando uma verdadeira plataforma de In-Store Retail Media de uma simples rede de telas.

A STRATACACHE representa praticamente um teste dessa tese. Em sua própria estratégia para 2026, a companhia organiza In-Store Retail Media em quatro grandes pilares: deployment em escala, content management, measurement e monetization. Antes da venda da Scala, concluída em junho deste ano, a empresa declarava alimentar 4,4 milhões de telas globalmente, distribuídas entre varejo, restaurantes, aeroportos, bancos e outros ambientes.

O número impressiona. Mas também expõe uma das questões que o Report da ABRAMEDIA pretende enfrentar: quantidade de telas é suficiente para definir liderança em Retail Media In-Store? A resposta tende a ser não.

Quem é a STRATACACHE

A STRATACACHE nasceu no universo de tecnologia para ambientes físicos e construiu seu crescimento por desenvolvimento próprio, integração vertical e aquisições.

Seu portfólio histórico inclui software para distribuição e gerenciamento de conteúdo, digital signage, dispositivos, analytics, sensores e serviços. A companhia mantém sua sede no STRATACACHE Tower, em Dayton.

Essa origem é particularmente relevante. Enquanto muitas empresas de Retail Media nasceram no e-commerce e posteriormente passaram a buscar uma extensão para a loja física, a STRATACACHE percorreu praticamente o caminho inverso: nasceu dentro do ambiente físico e passou a adicionar dados, inteligência, mensuração, atribuição e monetização sobre essa infraestrutura.

É uma diferença estrutural. Na classificação que está sendo desenvolvida pela ABRAMEDIA, a companhia tende a se enquadrar principalmente entre as In-Store Media Operating Platforms e Full-Stack In-Store Retail Media Platforms, embora também dispute espaço em measurement por meio da Walkbase e em monetização através da PRN.

Qual é o tamanho real do footprint?

Este é justamente o primeiro dado que precisa ser analisado com cuidado. Em janeiro de 2026, a STRATACACHE declarava operar 4,4 milhões de telas globalmente, entre varejo, restaurantes, aeroportos, banking e outros ambientes, mas 4,4 milhões de telas não significam 4,4 milhões de telas publicitárias de Retail Media In-Store.

O número representa o footprint tecnológico mais amplo da companhia naquele momento. E existe outra questão importante para qualquer fotografia atual do grupo.

Em 1º de junho de 2026, a Vertiseit concluiu a aquisição da Scala, até então pertencente ao ecossistema STRATACACHE. O negócio foi fechado por aproximadamente SEK 265 milhões. Segundo a compradora, a Scala acrescentaria aproximadamente SEK 200 milhões de receita anual ao grupo, sendo cerca de SEK 85 milhões de ARR.

Isso significa que qualquer análise realizada em 2026 precisa distinguir o footprint histórico pré-Scala do perímetro atual da STRATACACHE. É exatamente o tipo de transparência que o Report da ABRAMEDIA pretende exigir de todos os fornecedores.

Presença global também precisa ser atualizada após a venda da Scala

O site atual da STRATACACHE informa presença em 28 países, 16 escritórios, 1,4 milhão de instalações de software e appliances, 425 clientes de escala, mais de 550 mil devices gerenciados e alcance superior a 500 milhões de consumidores diariamente.

Há, contudo, uma questão metodológica importante, parte da presença internacional historicamente associada ao grupo estava ligada à Scala. Portanto, o Global In-Store Retail Media Technology Report deverá solicitar à companhia a atualização formal do seu footprint pós-transação para garantir que números históricos e atuais não sejam misturados. É uma preocupação aparentemente contábil, mas essencial para a comparação tecnológica.

Receita acima de US$ 1 bilhão, mas companhia privada exige cautela

Outro número coloca a STRATACACHE em uma dimensão pouco comum entre fornecedores especializados em tecnologia para ambientes físicos.

Em 2025, Chris Riegel projetou que a empresa superaria US$ 1 bilhão em receita anual, com Retail Media como principal vetor de crescimento. Por ser uma companhia de capital fechado, entretanto, a STRATACACHE não disponibiliza ao mercado demonstrações financeiras consolidadas auditadas equivalentes às exigidas de uma empresa listada.

Portanto, para efeito jornalístico e para o futuro ranking da ABRAMEDIA, o valor deve ser classificado como receita declarada/projetada pela companhia, e não como resultado financeiro independentemente auditado. Essa distinção se torna ainda mais importante quando aparece outro número bilionário.

Em janeiro de 2026, a Invidis reportou que a STRATACACHE projetava US$ 2 bilhões em Retail Media revenue em 2026, impulsionados pelas RMNs suportadas pelo ecossistema e por seu modelo end-to-end.

Grandes redes começam a mostrar o que existe por trás da escala

A companhia afirma possuir 25 anos de experiência dentro das lojas e trabalhar com sete dos dez maiores varejistas do mundo. Parte importante dos contratos, entretanto, não é publicamente identificada.

Entre os deployments recentes comprovados estão duas operações especialmente relevantes para entender o modelo: Albertsons Media Collective, nos Estados Unidos, e Iceland/The Food Warehouse, no Reino Unido.

Na Albertsons, um piloto com aproximadamente 80 lojas evoluiu para um rollout previsto para cerca de 800 lojas, segundo material da própria STRATACACHE. A infraestrutura inclui telas digitais e foundation tecnológica para closed-loop measurement.

A própria Albertsons Media Collective havia destacado, no lançamento da solução, capacidades de proof-of-play, direct sales attribution e sales lift, além da intenção de utilizar displays em pontos de alto tráfego da jornada, como entrada e departamento de produtos frescos.

No Reino Unido, a implantação para Iceland e The Food Warehouse abrange 766 localidades e combina digital signage, CMS e tecnologia de sensores da Walkbase.

Há ainda um terceiro case particularmente interessante. Na Currys Connected Media, a PRN transformou as próprias TVs expostas nas lojas em superfícies publicitárias. Algumas unidades possuem mais de 100 telas, e a rede projetava aproximadamente 40 milhões de impressões anuais em suas 297 lojas no Reino Unido e Irlanda.

Esse modelo mostra que o inventário de In-Store Media não precisa necessariamente nascer de uma nova tela instalada especificamente para publicidade. Ativos existentes dentro da jornada podem ser convertidos em superfícies de mídia, desde que haja tecnologia, governança, conteúdo, mensuração e modelo comercial.

Mensuração pode ser um diferencial maior que as próprias telas

Talvez a tecnologia mais interessante da STRATACACHE para a avaliação da ABRAMEDIA não seja um display. É a Walkbase. A plataforma utiliza sensores para medir o comportamento do shopper no ambiente físico, incluindo footfall, localização, pathing e dwell time, podendo relacionar comportamento, impressões e video plays ao longo da loja.

Uma das tecnologias mais recentes utiliza millimeter-wave sensing. Em vez de depender necessariamente de câmeras, sensores emitem ondas eletromagnéticas e utilizam seus retornos para compreender presença e movimentação. Segundo a Walkbase, a solução consegue medir footfall, localização, pathing, dwell, occupancy, queues e retail media impressions sem utilizar uma lente de câmera para coletar PII ou dados biométricos.

No projeto da Iceland, a STRATACACHE afirma que essa arquitetura camera-free consegue confirmar impressões publicitárias em tempo real sem utilização de indicador biométrico.

Isso introduz uma discussão importante para o mercado brasileiro. IA + câmeras não são a única maneira de construir audience measurement dentro das lojas.

Sensores, computer vision, tags, loyalty, POS e outras tecnologias podem formar diferentes arquiteturas de mensuração com níveis também diferentes de precisão, privacidade e capacidade de atribuição.

De footfall ao checkout: o objetivo é reconstruir a jornada física

A proposta da Walkbase vai além da contagem de pessoas. A companhia descreve a possibilidade de acompanhar comportamento por toda a loja, relacionando footfall, pathing, dwell, exposição às telas e video plays e, posteriormente, conectar esses dados a informações de loyalty e transações.

Tags instaladas em carrinhos e cestas também podem ser utilizadas para acompanhar trajetórias. A Walkbase afirma que esses sinais, combinados com POS ou loyalty, permitem construir closed-loop attribution e compreender como exposição à mídia se relaciona à compra.

Esse ponto toca diretamente um dos maiores desafios de In-Store Retail Media. No digital, grande parte da jornada pode ser observada por eventos como impressão, clique, navegação e conversão. Na loja, durante décadas, o mercado conheceu o ponto de entrada e o checkout, mas possuía visibilidade muito menor sobre aquilo que acontecia entre os dois. A nova geração de sensores pretende preencher justamente esse espaço.

A “impression” ainda precisa ser tecnicamente definida

É aqui que a avaliação da ABRAMEDIA deverá se tornar mais rigorosa. Se um sensor detecta uma pessoa diante de uma tela, isso representa uma impressão, uma oportunidade de exposição ou uma visualização efetiva?

Se o shopper reduz a velocidade próximo à tela, houve atenção? Qual distância é considerada? Qual tempo mínimo? Como funcionários são excluídos? Como grupos são tratados? Existe deduplicação? Qual é a precisão do sensor em ambientes de alta densidade? É possível diferenciar presença de atenção? É possível comprovar actual view?

Essas perguntas não diminuem a relevância da tecnologia. Pelo contrário: mostram por que a próxima fase do mercado dependerá de padronização de conceitos.

A própria STRATACACHE colocou essa discussão no centro de seu evento durante a NRF 2026, debatendo com IAB, Albertsons, Iceland e Walkbase o que efetivamente deveria ser considerado uma impressão válida dentro da loja, a partir de conceitos como play, presence e pairing. É exatamente a discussão que o Global In-Store Retail Media Technology Report pretende aprofundar.

Atribuição não é sinônimo de incrementalidade

Outro ponto central será compreender até onde a tecnologia consegue avançar na mensuração de resultado. A Walkbase afirma conectar campanhas a shopper outcomes, mensurar audiência, dwell, atribuição e aisle-level sales lift, além de relacionar mídia a vendas para demonstrar ROI.

Na Iceland, a STRATACACHE reportou um case em que uma marca de condimentos exibida nas telas apresentou 10% de crescimento de vendas durante a campanha e 17% de aumento na participação da categoria em transações.

Os resultados são relevantes, mas foram divulgados pela própria fornecedora. Dentro da metodologia que está sendo desenhada pela ABRAMEDIA, um case desse tipo precisará ser acompanhado de análise da metodologia para determinar o nível de evidência.

Isso porque existe uma diferença fundamental entre: Attributed Sales → Sales Lift → Test vs. Control → Matched Stores → Incremental Sales → iROAS.

Uma venda ocorrida depois da exposição pode ser atribuída à campanha. Isso não significa necessariamente que a campanha causou aquela venda. Essa diferença entre atribuição e causalidade deverá ser uma das questões mais importantes do Report.

Formatos mostram que In-Store Media é muito maior que uma tela

A amplitude do stack também ajuda a explicar a posição da STRATACACHE.

A companhia atua com digital displays, shelf-edge, kiosks, displays interativos, digital menu boards, drive-thru, sensores e outras experiências conectadas, além de software para criação, scheduling, gerenciamento e monitoramento de conteúdo.

No universo de Retail Media, essa diversidade permite pensar a loja não como uma grade de telas, mas como uma sequência de media surfaces distribuídas ao longo da jornada.

Entrada, corredores, departamentos, gôndola, displays especiais, checkout e outros touchpoints podem cumprir funções diferentes dentro do funil. Essa visão se aproxima da tese central do Report da ABRAMEDIA: Retail Media In-Store não deve ser definido pelo equipamento. Deve ser definido pela capacidade de integrar inventário, contexto, audiência, jornada, dados e resultado.

PRN adiciona a camada comercial e programática

Outra peça estratégica do ecossistema é a PRN. A companhia possui cerca de três décadas de experiência em mídia dentro das lojas e, em 2024, anunciou parceria com a Place Exchange para permitir que clientes varejistas acessassem demanda publicitária programática adicional às vendas diretas operadas pela PRN.

Essa combinação abre diferentes caminhos de monetização: venda direta + campanhas do retailer + marcas endêmicas + anunciantes não endêmicos + private marketplaces + demanda programática. É uma mudança importante porque transforma a rede física em algo mais próximo da lógica operacional das plataformas digitais.

O varejista deixa de depender exclusivamente de pacotes negociados manualmente e passa, potencialmente, a administrar disponibilidade, pricing, demanda e yield de maneira mais dinâmica.

O modelo de negócio pode ser um dos maiores diferenciais competitivos

Talvez o componente mais disruptivo da estratégia não esteja no software. Está no modelo econômico. Segundo a Invidis, a STRATACACHE vem trabalhando com uma abordagem em que pode participar do financiamento da infraestrutura de Retail Media e recuperar o investimento por meio da receita gerada pela rede. A publicação descreve o revenue-sharing como elemento importante da estratégia da companhia.

Na prática, isso pode transformar uma equação tradicional: Retailer → CAPEX → hardware → software → instalação → operação

em outra: Technology Partner → financiamento/deployment → operação → measurement → monetização → revenue share com o retailer.

A diferença é enorme. Digitalizar centenas ou milhares de lojas exige capital significativo. Quando o fornecedor consegue assumir parte desse investimento e associar sua remuneração ao crescimento da mídia, a decisão deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser financeira.

A STRATACACHE deixa, portanto, de disputar somente a posição de vendor, passa a disputar a posição de parceiro econômico da Retail Media Network.

Seis diferenciais ajudam a explicar sua posição

A primeira vantagem é escala operacional. Poucos fornecedores declaram experiência com milhões de endpoints distribuídos internacionalmente.

A segunda é a integração vertical, combinando diferentes partes da infraestrutura necessárias para construir e operar ambientes físicos digitais.

A terceira é measurement, especialmente por meio da Walkbase, permitindo adicionar comportamento do shopper à camada de mídia.

A quarta é a experiência comercial da PRN, conectando infraestrutura tecnológica à monetização do inventário.

A quinta é o modelo de financiamento e revenue sharing, potencialmente capaz de reduzir a barreira de CAPEX do retailer. E a sexta talvez seja a mais estratégica: in-store first.

A STRATACACHE não está simplesmente tentando levar uma plataforma de mídia digital para dentro da loja. Sua trajetória parte da infraestrutura física e adiciona progressivamente inteligência, dados e monetização.

Existe ainda a mudança de perímetro provocada pela venda da Scala. A operação concluída pela Vertiseit em junho exige que números de footprint, receita, presença internacional e installed base anteriormente associados ao grupo sejam atualizados antes de qualquer score definitivo.

STRATACACHE será um teste importante para os sete pilares da ABRAMEDIA

A metodologia preliminar do Global In-Store Retail Media Technology Report prevê sete pilares: Inventory & Media Infrastructure; Audience Measurement & Verification; Shopper Journey & Behavioral Intelligence; Sales Attribution & Incrementality; Programmatic, Data & Interoperability; Creative, Context & Dynamic Activation; e Privacy, Governance & Service Model.

A leitura inicial indica que a STRATACACHE tende a ser particularmente forte em infraestrutura, shopper intelligence, operação, contextualização e monetização.

Em Audience Measurement, Walkbase cria um diferencial importante, principalmente pela possibilidade de trabalhar com sensores camera-free.

Em Sales Attribution & Incrementality, entretanto, o desafio será semelhante ao de todo o mercado: demonstrar não apenas capabilities e cases, mas metodologias, controles experimentais e evidências capazes de sustentar causalidade.

E essa distinção será fundamental. A ABRAMEDIA pretende separar Capability Score de Evidence Score. Não bastará uma plataforma afirmar que possui determinada funcionalidade. Será necessário entender como ela funciona e qual evidência comprova a entrega.

De fornecedor de telas para possível “In-Store Media OS”

É justamente aí que a STRATACACHE se torna um caso tão importante para o futuro de Retail Media. O seu ativo não está apenas nas telas. A ambição parece ser conectar: infraestrutura → conteúdo → audiência → comportamento → dados → vendas → atribuição → monetização.

Quando essas camadas começam a funcionar de maneira integrada, a loja deixa de ser simplesmente um local onde publicidade é exibida. Ela começa a funcionar como uma plataforma de mídia física baseada em dados. E essa talvez seja a transformação mais importante de In-Store Retail Media nos próximos anos.

A STRATACACHE aparece como uma das empresas globais mais bem posicionadas para participar dessa transição, mas será justamente a profundidade da evidência por trás dessas capacidades que determinará sua posição na nova régua. É esse contraponto que deverá orientar o Global In-Store Retail Media Technology Report 2026.

Mais do que descobrir quem administra mais telas, a iniciativa da ABRAMEDIA pretende identificar quem consegue transformar a loja física em mídia verificável, shopper intelligence em capacidade de ativação e exposição publicitária em resultado incremental comprovável. Nesse novo mercado, milhões de telas podem demonstrar escala, mas serão mensuração, transparência e capacidade de provar valor que deverão definir liderança.

Ricardo Vieira
Ricardo Vieirahttp://www.digitalstoremedia.com.br
Ricardo Vieira atua em diferentes canais e segmentos há 30 anos no varejo brasileiro, é fundador da ABRAMEDIA e da DIGITAL STORE MEDIA, criado para fomentar todo ecossistema de Retail Media no mercado brasileiro, também dirige o Clube do Varejo, criado em 2019 para desenvolver pequenos varejistas. Ele também fundou e preside o Instituto Nacional do Varejo (INV), promovendo a indústria varejista desde 2017 com soluções inovadoras. Desde 2006, é sócio-diretor da TRADIUM, focada em soluções tecnológicas! Criou o Retail Media Academy, Retail Media News e Retail Media Show para fomentar a excelência em mídia e varejo. Com expertise em inteligência de vendas, trade marketing, CRM e fidelidade, Ricardo lidera projetos de inteligência para indústria e varejo. Sua trajetória inclui papéis significativos como VP de Sustentabilidade na ABRALOG e Coordenador Regional de Projetos na Ambev.

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